domingo, 16 de outubro de 2011

Próxima Parada, Paris

Museu do Louvre_Paris

Jardin du Palais Royal_Paris

Palais Royal_Suyene Correia

Jardin du Palais Royal_Suyene Correia

Place de la Concorde_Suyene Correia
Parafraseando Ernest Hemingway, que certa vez  disse,  “Se você quando jovem teve a sorte de viver em Paris, então a lembrança acompanhará pelo resto da vida, onde quer que você esteja, porque Paris é uma festa ambulante”, eu digo que apesar da frase do escritor americano se referir à Paris do anos de 1920, ainda que estejamos em pleno 2011, a capital francesa continua uma festa.

Engraçado como eu tinha resistência a conhecê-la. Sempre tive em mente que minha primeira viagem ao Velho Continente, seria para contemplar a cultura espanhola ou inglesa. Italiana em terceiro lugar. Depois talvez, Paris. E que pena que não fui antes. Tudo que falam (bem) da cidade é possível constatar a quase todo o momento. 

O romantismo está em cada esquina com seus cafés seculares, extremamente charmosos, ponto de encontro de amigos e casais enamorados. A riqueza cultural também é facilmente notada no conjunto arquitetônico fabuloso que compõe a cidade (principalmente as regiões mais centrais como St-Germain-Des-Prés, Le Marais, Louvre e Champs-Élysées), além é claro, do tom cosmopolita, sentida pelo mix de sotaques que se ouve nos vagões de metrô, seja pelos imigrantes africanos e asiáticos, seja pelos turistas de todos os continentes do planeta.

Nos sete dias que permaneci na França (sendo seis em Paris e um em Versailles) e outro dia na cidade de Bruges (Bélgica) fui me aprimorando na história da cidade, desde seus primeiros vestígios de ocupação sedentária no período neolítico (vá ao Museu Carnavalet no Marais e descobrirá o que estou dizendo), à ocupação gaulesa, romana, às mudanças que foi sofrendo ao longo dos séculos com seus monarcas e líderes republicanos até chegar ao que é hoje: um museu a céu aberto que não parou no tempo (basta conhecer La Défense e o Centre Georges Pompidou e perceber o toque de  pós-modernidade parisiense).

Realmente, uma cidade indescritível, pulsante que merece se conhecida o quanto antes por aqueles que ainda não tiveram a chance. Paris é para visitar sempre que se possa. E para os seguidores do bangalô que ainda não tiveram tempo de acrescentá-la no roteiro de viagem, a partir de agora escreverei uma série de postagens, descrevendo minhas modestas impressões da cidade.

Voilà!

Legenda da Foto 1: A blogueira diante do maior museu do mundo: o Louvre

Legenda da Fotos 2, 3 e 4: Nada como dedicar um tempinho para relaxar no Jardin du Palais Royal (bem ao lado do Musée du Louvre). Apesar do outono, muitos jardins de Paris ainda estão bem floridos. O local já serviu de moradia para Luís XIV e os escritores Colette e Jean Cocteau. Hoje o prédio abriga o Ministério da Cultura

Legenda da Foto 5: Na Place de La Concorde, ladeada pela Champs-Élysee, Jardin des Tuileries, Palais Bourbon e Rue Royale é possível tirar belas fotos diante da fonte criada por Jacques-Ignace Hittorff. A praça foi projetada no século XVIII por Jacques Ange Gabriel, mas depois de servir como palco de inúmeras decapitações (inclusive a de Maria Antonieta e Luís XVI), ela hoje tem como marco um obelisco de granito de 23 m de altura.
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